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Blog do Montanha de Cartas

Ela quer um país com mais educação e preza pela igualdade até no poker. Essa é Gabi Belisario, a primeira campeã do BSOP

Psicóloga formada a jogadora participou do Baralho Pergunta

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Em 2008 o poker no Brasil ainda não era o colosso de hoje em dia. O esporte da mente engatinhava em solo tupiniquim, mas alguns nomes surgiam no cenário nacional e uma mulher despontou como campeã brasileira. Foi no BSOP Millions de Belo Horizonte que a mineirinha, Gabi Belisario venceu o torneio e cravou o nome na história do joguinho.

Em uma divertida entrevista ao quarto episódio do Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas, ela falou sobre qual o tipo de torneio prefere, os com rebuy ilimitados ou os frezeeout. Apesar de salientar que os torneios com as famosas reentradas tornam as premiações maiores, a jogadora foi bem clara na escolha.

“Frezeeout sem dúvidas. Eu vim da época do frezeeout, não existia torneios com rebuys, não existia mesmo. Tanto é que o BSOP que eu ganhei era frezeeout. Acho que dá uma condição de igualdade para todo mundo né”, disse.

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Casada com o também jogador e empresário Marcelo Lanza, Gabi afirmou que usa como referência no jogo os principais atletas brasileiros, muito por causa do estilo de vida deles, mas destacou um casal em especial.

“É o Rafa (Rafael Moraes “GM_VALTER”) e a Lali (Lauriê Tournier “LaliTournier”). Enquanto casal também, porque querendo ou não Lanza também gosta desse universo do jogo, a gente trabalha com isso, temos as empresas, os clubes, mas não somos jogadores profissionais”, explicou.

Gabi venceu em 2008 0 BSOP Belo Horizonte (Crédito: Reprodução Instagram)

O programa apresentado pela Mayza Basso é sobre poker, óbvio, mas as perguntas do baralho são imprevisíveis e uma delas pegou Gabi de surpresa. Mesmo assim, a campeã do BSOP foi brilhantemente bem na resposta quando questionada sobre qual é o principal problema do Brasil.

Segundo Gabi, muitas das mazelas do país seriam resolvidas com um aporte maior na educação, mas para ver a resposta completa dela sobre o assunto aperte o play no vídeo abaixo e confira o programa todinho.

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Baralho Pergunta: Leo Mattos conta qual é o deal com o 4 Bet, as características de um vencedor e revela: “ainda não cheguei no topo”

O dono do décimo bracelete do Brasil na WSOP foi só elogios ao time de poker

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Você já deve ter ouvido o dito popular de que a vida começa aos 40, não é mesmo? A verdade é que para o baiano bom de papo e de jogo, Leo Mattos, essa frase não pode ser dita. Do alto da maturidade dos 22 anos ele já é um campeão mundial de poker e referência para muita gente no meio do joguinho.

O jogador foi o convidado do último episódio da 2ª temporada do programa Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas, uma conversa franca, realizada horas depois dele cravar o Fat Tuesday US$ 215 (Turbo) do PokerStars, mais uma vitória da doce rotina desse atleta da mente.

Muito da evolução de Leo Mattos no jogo ele deve ao 4 Bet Poker Team e aos mentores Marcos Sketch e Will Arruda. Em uma das perguntas do baralho ele contou como é o deal dele com o time e as vantagens de fazer parte de uma equipe campeã.

“Eu posso dizer por mim assim, o Sketch (diretor do 4 Bet) até não gosta muito que divulgue isso, mas eu não tenho problema, o meu deal é 50% e não progride acima disso, fica nisso. Mas eu tenho total liberdade, quando eu ganho eu saco, na hora que eu quiser, no dia que eu quiser, pronto. O 4 Bet é sensacional”, disse Leo Matos que também procurou desmistificar alguns conceitos sobre os times de poker, no vídeo abaixo é possível conferir.

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O baiano também falou sobre quais as características primordiais que um jogador de poker vencedor deve ter e avisou que mesmo tendo ganhado um bracelete de campeão mundial, ainda vai trazer muitas alegrias para a torcida brasileira no poker.

“A maioria das pessoas gostam de uma receitinha de bolo né, mas eu vou citar duas coisas: tem que ser muito resiliente e persistente. Eu ainda não cheguei no topo não, tenho muito para alcançar. Eu conquistei uma honraria do topo ali, mas ainda tenho muita coisa para fazer por ai ainda”, contou o jogador.

Leo Mattos também falou sobre o rakeback dos principais sites e colocou o dedo na ferida: “O PokerStars em relação a isso tá ridículo né”. Para conferir toda a explanação sobre o polêmico assunto basta clicar o play no vídeo abaixo.

Você não vai se arrepender de assistir essa entrevista, já que assuntos importantes não faltaram, afinal, ele contou o que faz com a grana que ganha no joguinho, e todo o começo da carreira, quando enganava os clubes para jogar valendo dinheiro como menor de idade.

Não deixe também de se inscrever no canal do Montanha de Cartas no youtube, acessando www.youtube.com/montanhadecartas, assim você fica sempre por dentro de todas as novidades. Ainda não sabemos se vai existir uma terceira temporada do Baralho Pergunta, mas quem sabe se vocês pedirem muito nas redes sociais a gente não volta logo… #ficadica.

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Baralho Pergunta: Alexandre Mantovani comenta sobre o “ghost” nos jogos online: “esse compasso ético é muito flexível”

Ele deu exemplos e disse que nem tudo que é normal é o certo

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Fonte inspiradora de muitos jogadores, Alexandre Mantovani, o “Cavalito”, foi o entrevistado do oitavo episódio, da segunda temporada, do programa Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas. Entre vários assuntos, um tema recorrente dos bate papos que apresentamos aqui voltou a ser discutido: o “ghost”, ou se preferir, acompanhamento nas retas dos jogos online.

O criador da Poker Mind School disse ser completamente contra a essa atitude que segundo ele tira a essência do jogo, já que o poker online veio do ao vivo, onde não é possível conversar durante uma jogada, além de ser injusto com os recreativos.

“As pessoas elas relacionam coisas que todo mundo faz, ou que são normais, como coisas certas. Isso não é verdade, e se aplica para diversas coisas. Essa bússola, esse compasso ético é muito flexível”, disse Alexandre em trechos da explicação onde também citou diversos exemplos que podem ser conferidos no vídeo abaixo.

Ainda sobre esse assunto, o “Cavalito” também comentou que esses acompanhamentos podem causar problemas sérios em alguns jogadores. Segundo ele, muitos atletas do online são solitários e com a auto estima não muito alta.

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“Quando esse cara vai lá e tem o melhor resultado da carreira dele e ele não tava jogando, alguém estava tomando as decisões por ele, essa pessoa vai começa a se sentir um impostor, pode gerar alguns problemas psicológicos. Esse cara vai em torneio live e falam parabéns pelo seu resultado e lá dentro ele sabe que o resultado não é tão dele…”, disse Alexandre Mantovani.

Mas engana-se quem pensa que somente esse foi o assunto da entrevista. O jogador contou também quem é a referência dele no poker mundial, qual a alimentação que ele costuma fazer durante o grind e revelou até mesmo que já ficou endividado, mesmo que por pouco tempo.

Para conferir essas histórias e também todo a animação desse diferente programa de entrevistas, aperta o play ali no vídeo aqui embaixo, eu prometo que essa conversa está legal demais e você não vai se arrepender.

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Baralho Pergunta: Você já ouviu falar na Sanmellar? Ela é a rainha do poker brasileiro nos aplicativos; conheça a história dela!

Direto de Palmas, Tocantins, a mulher comanda uma grande liga

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Dona de um peculiar nome, Sanmellar Lanussy é a proprietária do San10 Poker Club no PPPoker. A origem da alcunha é uma inspiração dos avós marroquinos dela, mas a entrada de San (como prefere ser chamada) no mundo do poker aconteceu por conta do amor ao marido.

Entrevistada do oitavo episódio da segunda temporada do Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas, ela deu os primeiros passos no joguinho quando trabalhou de garçonete em um clube de poker em Tocantins. Foi lá que conheceu Origenes Duarte, um diretor de torneio que há quatro anos é o companheiro de San.

“Ele foi trabalhar em um torneio, e roubaram o celular dele, perdemos o contato. E eu fui atrás dele, porque mulher quando quer acha né?”, começou a explicar.

A morena ainda revelou que nessa busca pelo amor a porta do sucesso se abriu para ela. Isso porque a pessoa que tinha contratado Origenes gostou muito dela e fez uma proposta.

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“Ele me chamou para ser agente, assim que começou, acho que foi em 2017. O público de poker é muito pequeno no Tocantins, mas eu atendo o Brasil todo”, disse.

Apesar de não ser uma eximia jogadora, Sanmellar está sempre muito bem arrumada e consegue se comunicar como ninguém, assim sabe administrar o negócio como excelência, por isso, conseguiu melhorar de vida, podendo ajudar a família que antes tinha preconceito com o jogo.

Sanmellar e o marido, Origenes Duarte, uma história de amor que venceu no poker

“Como ela (mãe) é bastante evangélica, achava que fosse algo que dava, mas depois tirava, como se não fosse algo abençoado mesmo. Agora, depois do crescimento que eu tive, que eu posso ajudar ela, a minha família, os meus irmãos, ela aceita um pouco mais.

Mãe de quatro filhos, Sangella (13 anos), Caio (11 anos), Dante (2 anos) e Catarina (10 meses), os dois últimos frutos do relacionamento com Origenes, Sanmellar é um exemplo de que o poker já dominou todos os cantos do Brasil.

Na entrevista ela conta qual é a música que mais gosta, e acreditem, é bem diferente viu. San aborda também sobre a “cavalagem” no clube que administra e sugere um acordo polêmico, no entanto, para saber mais é preciso dar o play no vídeo abaixo e conferir o bate papo.

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