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Depois de investigação, PokerStars absolve Bruno Bouças e Matheus Cunha de acusação de collusion: “muito feliz”

O mineiro comentou a decisão do site para o Mundo Poker

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(Crédito: Artur Oliveira)

Sem dúvida nenhuma, o grande tópico de debates quentes do poker brasileiro na última semana foi a polêmica do fold de Matheus Cunha na mesa final do Evento #11 da Turbo Series do PokerStars. O mineiro largou um AK pré-flop no 4-handed contra Bruno Bouças, parceiro de 4bet Team, em situação que o adversário tinha AA.

No vídeo do replay da mesa final, muitas pessoas começaram a comentar sobre a jogada e o tema alcançou a cúpula do PokerStars que, provisoriamente, suspendeu a conta dos dois jogadores envolvidos na ação para investigar a situação. Bouças preferiu ficar em silêncio, mas Cunha foi para as redes sociais e explicou todo seu raciocínio em um vídeo que virou matéria aqui no Mundo Poker.

Enfim, depois de quase uma semana, o PokerStars tomou a decisão de liberar a conta de ambos os jogadores por não identificar qualquer tipo de má conduta deles nas mesas. Neste processo, muitas mãos da dupla foram analisadas para possível tipo de comparação em outras circunstâncias.

Tivemos acesso ao e-mail de “liberação” do PokerStars. Na mensagem enviada para os jogadores, o site agradece a paciência e avisa que terminou uma revisão. “Concluímos agora nossa análise e descobrimos que não temos motivos para suspeitar de uma irregularidade em sua parte”, diz o principal trecho do comunicado. Matheus Cunha comentou a decisão para o Mundo Poker.

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“Estou muito feliz que o Pokerstars concluiu a análise e trouxe a todo mundo o veredito de que não tinha nada de errado. A verdade é que eu tava bem tranquilo, consciência 100% tranquila. Sei que não fiz nada de errado e que com as informações que eles têm eles saberiam disso”, disse o craque.

Matheus também comentou a grande repercussão do caso e lembrou de mensagens duras de ser lidas, mas comentou também o grande apoio recebido nas redes sociais.

“Chata demais toda essa situação, né? Uma experiência que não desejo a ninguém. É bizarro você saber que não fez nada de errado, mas ao mesmo tempo se sentir mal com ataques de pessoas com discursos de ódio, seja porque são mais leigas sobre o assunto, ou porque não se dão ao trabalho de se inteirar direito sobre o que estão falando”.

“Mas felizmente, também, vi muita gente com a cabeça mais aberta, tiraram um tempo e compraram a briga e me deram força, mandaram mensagens de apoio e passaram por esse momento junto comigo. Gratidão demais por todas elas”, continuou. “Enfim, é isso! Agora é focar no SCOOP que tá aí e buscar mais bons resultados como foi esse”, finalizou o mineiro.

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Ídolo do Arsenal derrota field enorme e crava torneio em clube no partypoker: “absolutamente incrível”

Ray Parlour conversou com o site sobre a conquista e a paixão pelo jogo

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Com a novidade recente da inclusão de “club games” no partypoker, muitos amigos se juntaram e comunidades foram formadas para disputar torneios no site. Uma delas é o Footy Accumulators, famoso site de dicas de apostas esportivas. Com seu “canto” no partypoker, eles criaram a FA Poker League, com três torneios semanais e diversas recompensas.

Um deles acabou tendo um campeão bastante especial. O ex-jogador do Arsenal Ray Parlour, que defendeu as cores do clube londrino entre 1992 e 2004, acabou comemorando um título na semana passada. Ele derrotou o gigantesco field de 2.265 entradas com buy-in de £ 5.50 e levou um bom prêmio de £ 1.392. Ele comentou a vitória para o site do partypoker.

“É uma sensação absolutamente incrível. Eu nunca tinha ganhado um torneio desse tamanho com tantas pessoas e é realmente excitante quando você está na mesa final e ainda mais quando você ganha”, disse o ex-jogador.

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Ray Parlour era meio-campista e defendeu o Arsenal em mais de 450 jogos. Ele fez 32 gols pelo clube londrino e ganhou o apelido sarcástico de “O Pelé de Romford”, em alusão a sua cidade. Curiosamente, o apelido é o próprio nick do ídolo dos Gunners no partypoker, “TheRomfordPele”.

Na entrevista para o partypoker, ele também disse que o melhor jogador de futebol que conhece no poker é Teddy Sheringham, ídolo do rival Tottenham. Eles jogaram juntos na Seleção Inglesa. “Ele esteve envolvido atualmente em torneios com grandes prêmios. Ele é muito bom, consegue manter a cabeça fria igual fazia no campo quando jogava na Inglaterra”.

Por fim, Parlour escolheu o 6-handed ideal com futebolistas: Alan Brazil, Paul Gascoigne, Dennis Bergkamp, Tony Adams e o próprio Sheringham. “Mas ele vai levar todo o dinheiro”, brincou.

Gol na final da FA Cup 2002 contra o Chelsea foi grande momento de Parlour:

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Na bolha da FT do SHRB, Fedor Holz não percebe time bank acabando e folda combo draw gigante

Mão aconteceu no Evento #5 da série do partypoker

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O Super High Roller Bowl acabou, mas algumas mãos estão dando o que falar. O call de Q-High de Michael Addamo e o call atravessado de Sam Greenwood são alguns deles.

Mas uma mão que pode ter passado despercebido chamou a atenção da equipe do Mundo Poker. Ainda no Evento #5, no começo da série, Fedor Holz – que curiosamente não jogou o evento principal de US$ 102.000 de buy in – está transmitindo através da Twitch.

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Com 9 jogadores restantes, a bolha do ITM tinha acabado de ser estourada e faltava uma eliminação para a formação da mesa final.

O alemão enfrentava uma aposta David Dvoress em um flop que tinha ficado na broca e flush draw semi-nuts. O craque fala que era uma mão para ir de all in e enquanto tenta definir o valor do raise, acaba não prestando atenção no timebank, que estava no fim.

A ação segue e ele acaba foldando por falta de tempo em uma mão que poderia deixa-lo gigante no torneio. Apesar de ter foldado esta mão, Fedor alcançou o bronze no torneio de US$ 25.500 de buy in e levou US$ 213.000. Coincidentemente, Daniel Dvoress, adversário de Holz nesta mão, ficou com o título, puxando US$ 613.96.

Se desse o raise, você acha que Fedor teria um resultado melhor ou pior no torneio? Confira a ação completa:

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Justiça da Califórnia suspende acusações de trapaça contra Mike Postle; Joey Ingram e Doug Polk se revoltam

A decisão está de acordo com a lei local que considera o caso insuficiente

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(Crédito: CardsChat)

Um dos casos mais acompanhados pela comunidade do poker em 2019 foi julgado na Califórnia, EUA, nesta quarta-feira (03). No entanto, a decisão de William B. Shubb, juíz à frente do caso, desanimou quem estava processando Mike Postle, King’s Casino e Justin Kuraitis pela suspeita de fraude.

Com base numa lei local na qual as políticas públicas da Califórnia impedem a intervenção judicial em disputas sobre jogos de entretenimento – em parte porque os danos alegados são inerentemente especulativos, o juiz concedeu uma petição para suspensão do caso aos réus concordando que as denúncias não são reconhecidas pelo estado.

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Resumidamente isso significa que o caso não foi considerado suficiente para ser levado à corte. Portanto, foi uma espécie de suspensão do caso até que, quem está processando os suspeitos, apresente algo para reivindicar a decisão. 

Um pedido de sanções para Mike Postle também foi indeferido pelo juiz e ainda não se sabe se um recurso será apresentado para ir contra as decisões judiciais. Caso contrário, o poker player não sofrerá penalidades civis pelas acusações de trapaça. 

Apesar disso, uma nova reivindicação também pode ser apresentada, mas apenas para as cobranças referentes ao King’s Casino e Kuraitis. Até o momento, Postle não se manifestou sobre o assunto.

No Twitter, Joey Ingram e Doug Polk, que participaram das investigações, lamentaram o ocorrido. Ingram declarou o seguinte: “parece que esse juiz não teve muita ideia do que estava acontecendo durante a audiência inicial”.

E Doug Polk também mostrou sua frustração na rede social. “O caso Mike Postle foi julgado improcedente. Incrivelmente f****”, escreveu.

ENTENDA O CASO

Em outubro de 2019, veio à tona o caso Mike Postle. O americano era a principal estrela de um cassino que transmitia os jogos de cash game ao vivo. Os narradores e comentaristas falavam que ele entrava em “God mode”, ou “modo Deus” quando acertava leituras e blefes impecáveis.

Com suas jogadas analisadas, cresceu a suspeita de que ele poderia estar usando usando de algum artifício ilegal, como noticiamos aqui no Mundo Poker. Mais tarde, o caso foi parar inclusive na SportsCenter da ESPN americana 

Separamos cinco mãos onde as ações de Mike geraram suspeitas. O caso foi amplamente difundido na comunidade do poker e muitos jogadores se pronunciaram, em sua maioria condenando Mike. Apesar de tudo levar a opinião pública à crer que havia algo de errado, nenhuma prova cabal foi encontrada e culminou com a dispensa do caso nesta quarta-feira.

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