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Bruno Volkmann é campeão do Super High Roller do BSOP Millions e coroa ano espetacular: “é incrível”

O catarinense superou a estrelada mesa final do torneio para arrumar a segunda maior forra da carreira

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(Crédito: Artur Oliveira)

O craque Bruno Volkmann, muito conhecido pelo nick “great dant”, é um das grandes lendas do poker online do Brasil. A consistência absurda do catarinense nos feltros virtuais é incontestável. Ao mesmo tempo ele sempre foi um jogador que pouco apareceu no live, obtendo, assim, poucos resultados. Só que o ano de 2019 veio para isolar de vez esse papo.

No primeiro semestre, Bruno conseguiu a sensacional segunda colocação partypoker MILLIONS realizado no Rio de Janeiro e levou a forra estratosférica de R$ 2.748.400. Agora veio outra cereja para coroar a temporada do craque: Volkmann foi o grande campeão do Super High Roller do BSOP Millions 2019 e levou R$ 407.000 por ter superado o field de 85 entradas do torneio de R$ 20.000.

“O ano é incrível em todos os aspectos. Minha filha também nasceu em junho, quero dedicar a ela. No início do ano não pensava que ia ser assim e eu só tenho a agradecer”, disse o campeão, ainda extasiado com a conquista.

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O catarinense enfrentou adversários fortíssimos como Guilherme Chenaud, Bernardo Dias e Will Arruda. A mesa final teve cerca de seis horas de duração. O curioso é que a duração do 5-handed até o desfecho não passou de 20 minutos. Volkmann fez uma breve análise da mesa final e revelou sua estratégia em diferentes momentos do jogo.

“Eu comecei segundo em fichas e fiquei CL pouco depois, tentei apertar. Mas o “galochina” deu um call difícil lá e eu tive que ficar remando, meio na média. Estava bem esquisito o spot porque tinham cinco ou sei jogadores com o mesmo stack, então o ICM era bem pesado. Tive que jogar bem tight, até que consegui ganhar alguns all ins. Apertei de volta e deu certo”, explicou.

“Mito” do online, Volkmann prevê que vai dar muito trabalho para a turma nos feltros ao vivo em breve. “Eu sempre gostei de ir pro live pra confraternizar com a galera. Mas ano que vem e nos próximos, se minha filha deixar (risos), eu quero jogar bastante sim”, finalizou.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Bruno Volkmann – R$ 407.000

2º – Marcelo Agrella – R$ 289.000

3º – Bernardo Dias – R$ 189.300

4º – Ivonir Bento – R$ 145.600

5º – Guilherme Chenaud – R$ 115.370

6º – Régis Kogler – R$ 90.250

7º – Zeki Soyirgaz – R$ 71.000

8º – Henrique Coutinho – R$ 55.470

9º – Will Arruda – R$ 42.150

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Diego Bittar leva bad beat e é o primeiro a deixar FT do Evento #41-H do WCOOP; Bruno Volkmann cai próxima da decisão

Mineiro puxou US$ 17.467 pela sétima colocação

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(Crédito: Artur Oliveira)

Depois da quinta-feira (10) começar com a conquista incrível de Brunno Botteon no Evento #36-H, o Brasil acumulou várias traves. A da vez veio com Diego Bittar. O mineiro ficou com a sétima colocação no Evento #41-H (US$ 2.100 NLH 6-Max) e puxou US$ 17.467.

A mesa final contou com grandes nomes, como Thomaz Muehloecker “WushuTM”, Steve O’Dwyer “Mr. Tim Caum”, Preben Stokkan “prebz” e Sam Grafton “SamSquid”. Este último foi justamente o carrasco do mineiro.

Com os blinds marcando 60.000 / 120.000 com antes de 15.000, Sam deu raise do botão para 240.000. Com stack de 1.011.718, Diego deu raise do small deixando menos de um blind para trás. Após fold do big, Sam deu all in, recebendo call. O inflês ficava com 1.800.127 caso perdesse a mão. 

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Com , Diego domivana o adversário, que tinha . Logo no flop, o inglês acertou um dos seus 3 outs e passou à frente. Com o board , Sam puxou o pote e eliminou o brasileiro.

Pouco antes, Steve O’Dwyer foi responsável pela eliminação de Bruno Volkmann. O “great dant” caiu na 13ª colocação e puxou US$ 8.052. O campeão vai levar US$ 84.770.

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Ex-floor do BSOP, Jovani de Pádua faz mesa final do Evento #40-H do WCOOP

Paulista deu entrevista para o Mundo Poker em dezembro falando sobre Mixed Games

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(Crédito: Artur Oliveira)

O Brasil tem se destacado como um grande celeiro de campeões no poker. A explosão no online aconteceu de vez em 2019, quando dominamos a tabela de títulos do SCOOP. Em 2020, essa tendência tem se confirmado. Com vários títulos e mesas finais no WCOOP, o país segue nos holofotes.

Se tratando de Mixed Games, a história não é diferente. Murilo Figueredo e Yuri Martins ganharam seus primeiros braceletes no ano passado justamente em modalidades mistas, algo que aumentou ainda mais os adeptos no país.

Um desses destaques é Jovani de Pádua. O paulista trabalhou por muito tempo como floor, inclusive no BSOP, e viu o crescimento dos Mixed Games no país. Em 2019, ele cedeu entrevista exclusiva ao Mundo Poker explicando a mudança de posto, saindo dos bastidores para ir para as mesas.

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E hoje veio um grande passo na carreira do jogador. Jogando o Evento #40-H (US$ 1.050 Razz) do WCOOP, Jovani alcançou a quarta colocação. Ele perdeu um pote importante contra Chris Hunichen, a lenda “Big Huni” do online no 4-handed e ficou curto. Logo em seguida, acabou eliminado pelo russo “Gigaloff”.

“Jovani.padua” puxou US$ 10.080 pela sua performance. O campeão vai puxar US$ 27.440.

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