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Blog do Montanha de Cartas

Brunno Botteon revela ao Baralho Pergunta a pior downswing que passou: “A vida só tem graça se você se desafiar”

O capixaba contou que jogou caro como nunca durante o SCOOP

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O sucesso na WSOP Online fez com que Brunno Botteon se tornasse um nome conhecido no cenário do poker mundial. Foram 15 ITMs na série disputada no GGPoker, sendo três mesas finais, duas em competições com o buy-in de US$ 25.000, uma no Evento #79 de Heads-Up, onde perdeu a decisão para Fedor Holz e faturou a bolada de US$ 622.300 pela medalha de prata.

Se o bracelete não apareceu, o que o capixaba de 25 anos conseguiu foi dar a volta por cima, isso porque ele revelou em entrevista ao programa Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas, que meses antes da WSOP Online passou por uma downswing crítica durante o SCOOP, série do PokerStars.

“Eu não tinha um bankroll para fazer o que eu fiz, mas a vida é curta né. Eu meio que falei: se eu perder tanto, não vai mudar nada, eu me contento com o que eu tenho. Entrei em uma downswing de uns 150k, 140k (US$) que era o que eu mais temia, mas não fiquei abalado ao extremo, dei uma freada e consegui dar a volta por cima. Eu queria me desafiar, a vida só tem graça se você se desafiar”, revelou Brunno.

Jogando por conta há pouco mais de um ano, quando conseguiu os melhores resultados da carreira, Brunno comentou também sobre os primeiros passos que um jogador de poker deve fazer para se profissionalizar. Segundo ele, certamente se unir a um time é maneira mais fácil, porém, não é a única.

O baralho também perguntou para o jovem jogador sobre o HUD, software de apoio muito utilizado em algumas plataformas online, mas que já foi destituído de outras, como o Partypoker e o GGPoker e já teve um artigo bem polêmico publicado neste site.

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“Fica mais saudável para o meio do poker hoje se ele não existir. No caso eu hoje jogo sem. Me confundia em algumas coisas no HUD, entrava muito dentro em alguma estatística e cometia alguns erros em retas finais”, comentou.

Brunno falou também sobre como conheceu o poker, aos 13 anos, e contou a quantidade de telas que consegue jogar sem perder o foco. Outro assunto interessante da entrevista é a faixa de stack que ele mais se sente confortável em um torneio, mas para saber essas respostas é preciso conferir toda a entrevista.

Já aproveita que vai clicar no vídeo abaixo e inscreva-se no canal do Montanha de Cartas no youtube, acessando www.youtube.com/montanhadecartas. Toda terça-feira às 20h vai ter vídeo novo e o próximo é com um cara sócio de um time de poker e que possui dois anéis da WSOP.

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André Akkari fala ao Baralho Pergunta sobre possível explosão do poker ao vivo pós pandemia: “Eu estou doente para jogar”

Embaixador do PokerStars também comentou sobre investimento no eSports

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É impossível não lembrar o nome de André Akkari ao pensar em jogadores de poker brasileiros. Certamente o campeão do Evento #43 da WSOP 2011 é o nome mais conhecido desse esporte da mente no país tupiniquim. Prestes a completar 46 anos, ele já não joga online como antes, está focado na Furia, equipe de eSports na qual é um dos sócios, porém, o nosso joguinho de cartas ainda pulsa forte nas veias do campeão.

Morando na Florida, nos Estados Unidos, o jogador foi o entrevistado do sétimo episódio da terceira temporada do Baralho Pergunta, programa do Blog Montanha de Cartas e falou sobre vários assuntos. Um deles, foi a retomada do poker ao vivo no cenário pós-pandemia.

“A hora que liberar, que soltar os cachorros, o poker vai ser uma explosão maior do que estava vindo antes, eu acho. Porque criou-se uma demanda reprimida né, criou-se uma vontade muito grande. Eu, por exemplo, estou doente para jogar, eu quero jogar qualquer evento que tiver. Eu não tinha vontade jogar um evento de US$ 150 ao vivo, por exemplo, aí o Hollywood (Cassino) anunciou que vai ter um evento de US$ 150 lá eu estou querendo ir lá”, disse Akkari.

Em uma entrevista de mais de meia hora, o jogador falou sobre o começo da carreira, a importância da família, o jogo que se popularizou rápido; Omaha 5 Cards, os haters e também os calotes que levou – olha que tem até golpe internacional. Mas para conferir tem que assistir a entrevista né, não dá para ficar dando spoiler por aqui, nem mesmo da curiosa mão que ele escolheu como preferida.

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Apaixonado pelo eSports é claro que o assunto Furia e a chegada de Rafael Moraes e Lali Tournier como streamers da equipe também foram assunto recorrente no bate papo. Akkari contou como conheceu esse cenário em crescente evolução e revelou planos ambiciosos para a instituição.

“A gente quer que a Furia seja um movimento sociocultural. Seja uma força de se comunicar com jovens para levar mensagens positivas para a vida deles de uma forma impactante, assim, positiva. Sempre buscando evolução e o resultado no longo prazo”, disse o jogador.

Você não pode deixar de clicar no vídeo abaixo para conferir essa entrevista. Já aproveita e inscreva-se no canal do Montanha de Cartas no youtube, acessando www.youtube.com/montanhadecartas. Toda terça-feira às 20h tem vídeo novo, o próximo é com uma jogadora que já deixou toda a comunidade do poker no Brasil de cabelos roxos.

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Por trás da stream: Nelepo revela ao Baralho Pergunta que já teve que largar o poker e trabalhar de garçom

Jogador do 4Bet é sucesso na Twitch, mas não esconde as dificuldades de viver do jogo

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Se você joga poker, muito provavelmente passou um dia pela cabeça uma vontade de viver do joguinho. Não ter chefe, fazer o próprio horário, ganhar valores altos, viajar o mundo todo, passando por cassinos e hotéis incríveis. A verdade é que a realidade dos jogadores de poker na grande maioria não é bem assim, existe uma variância muito grande e a luta é para superar essa questão.

No sexto episódio do Baralho Pergunta, programa do Blog Montanha de Cartas, o entrevistado foi Patrick Ulysséa, mais conhecido como Nelepo, dono de um canal na Twitch com quase 10 mil inscritos. Entre vários assuntos, ele comentou sobre algumas das dificuldades da profissão.

“Uma coisa muito importante é tentar ganhar com o poker sem variância. Igual a gente tem a Twitch, tem gente que sei lá, tem empresa de fichas ou time… Para você poder jogar sem pressão. Porque se jogar tendo que… Falar assim: ‘olha cara eu preciso cravar porque tenho que pagar as contas’. É muito difícil, eu já vivenciei isso, eu já tive que largar o poker e trabalhar de garçom”, revelou Nelepo.

O jogador do 4Bet Poker Team contou também sobre uma recente downswing que vivenciou e da ajuda recebida por Rafael Moraes, o “GM_VALTER”, um dos sócios do time. A má fase de Nelepo o afastou até mesmo da Twitch.

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“Eu meio que parei de fazer stream para focar no jogo. Fiz algumas aulas com o Rafa, vendo a frequência de algumas coisas no meu jogo, ajustando, jogando buy in mais baratos. Eu acho que em fases ruins é muito importante dar um passinho para trás”, disse.

Durante a descontraída conversa Nelepo chegou até a mandar um recado para o também stream Luiz Torres (Poker Raiz), convidado do Baralho Pergunta ainda na primeira temporada. Também teve bate papo sobre a família, filhos, as diferentes fases de um torneio e muito mais. Só que para conferir tudo isso tem que assistir a entrevista toda.

Já aproveita que vai clicar no vídeo abaixo e inscreva-se no canal do Montanha de Cartas no youtube, acessando www.youtube.com/montanhadecartas. Toda terça-feira às 20h tem vídeo novo, o próximo é com o principal embaixador do poker no Brasil. Ele mesmo, aquele que tem um full-house de Ás com Rei no nome. Já sabe quem é né?

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Baralho Pergunta: Lali Tournier lembra de quando jogou com Phil Hellmuth e fala sobre a relação com Rafael Moraes nas mesas

Ela evita o choque com o marido, mas as vezes não tem jeito

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Geralmente você procura alguém para chamar de seu par que tenha os mesmos interesses na vida. É isso que aconteceu com o casal Rafael Moraes e Lali Tournier, os dois são oriundos do xadrez, mas há tempos ganham a vida no poker, formando um dos casais mais vencedores do joguinho no Brasil.

Entrevistada do programa Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas, Lali Tournier afirmou ser fã de carteirinha do marido, tanto que quando questionada sobre o melhor jogador que já dividiu uma mesa quis citar o nome de Rafael, no entanto, acabou optando por um outro, dono de 15 braceletes da WSOP.

“Eu tive a sensação por ser um ícone do poker, não tão bem falado, rolou até um ‘nossa, eu tô na mesa dele’, rolou isso, que foi o Phil Hellmuth. Ele é muito polêmico, por tratar até mal os dealers, mas ele foi muito legal na mesa, não é o jogador que pensei ‘nossa ele está aqui’ por causa da questão técnica, mas por causa celebridade que ele é no meio do poker. Vinham pessoas direto tirar fotos com ele no meio da mesa”, contou Lali.

Lali Tournier dividiu a mesa com Phil Hellmuth durante evento na WSOP

A jogadora que hoje é streamer da Furia, equipe de e-Sports que tem André Akkari sócio, falou também sobre os confrontos que já teve com Rafael Moraes nos feltros virtuais. Ela relembrou de quando o marido a eliminou na bolha do main event do SCOOP desse ano em um flip onde ela tinha AQ e Rafael JJ.

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“Eu acho que eu cometi um erro muito grande nessa mão, até por ter sido o Rafa, eu acho que fiquei tão preocupada em não fazer alguma coisa tipo um soft play, acabei dando all in, não ‘stallei’, tava na bolha, o que é muito comum na bolha de um torneio a gente fazer um ‘stall’, para não bolhar né, esperar os outros cair”, revelou Lali se referindo ao termo no poker designado para quando o jogador propositalmente demora muito para tomar uma ação.

Mas se um dia é da caça, o outro é do caçador, Lali também já eliminou o marido, mas engana-se quem pensa que eles ficam se enfrentando constantemente nas mesas. Longe dela fugir da competição, pelo contrário, é mais por estratégia mesmo.

Lali é esposa de Rafael Moraes, um dos melhores jogadores do Brasil

“Se tem um amigo meu e eu sei que ele é muito bom, até o Rafael, eu vou evitar de jogar com ele porque eu sei que ele é muito bom. Não tem porque eu querer ficar abrindo mais no big dele, fletando ele mais… Por ele ser bom eu vou evitar. Tanto se eu estiver na mesa dele, na do (Thiago) Crema, na do Will, mas não é por serem meus amigos, e sim por eles serem melhores do que eu, então tenho que deixar meu ego de lado”, disse.

Lali falou também sobre a compra mais extravagante que já fez com o dinheiro do poker e analisou em que momento da vida o poker virou prioridade para ela. O bate papo está bem divertido, vale a penas assistir.

Já aproveita que vai clicar no vídeo abaixo e inscreva-se no canal do Montanha de Cartas no youtube, acessando www.youtube.com/montanhadecartas. Toda terça-feira às 20h tem vídeo novo, o próximo é com um streamer para lá de agitado e que atrai muita gente na twitch.

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